25 fevereiro 2016

Joguei pela janela







Uns partem, outros chegam. Os números diminuem com o tempo. Afinal de contas, são os "raros" que permanecem. E essa frase, é velha! 

Conheci muitas pessoas nesses últimos anos. Pessoas de bem, entregues, prestativas, GRATAS. A gratidão me encanta, tenho dito. Eu, por exemplo, não me esqueço de quem me estendeu a mão, jamais deixo passar batido o que fazem por mim, com isso aprendi que ajudar o outro é bonito, mas ser grato é ainda mais.

Em contra partida, conheci nesse meio, pessoas que não me emprestaram os ouvidos, que saíram quando quiseram sem nem pensar o que "seria" de mim. Ah amigo, quantas vezes fiquei lá de molho esperando "aquela" atitude que eu tanto precisava de um amigo, de um namorado, de alguém da família? A gente sofre com isso! Ninguém é tão duro que não se decepcione com alguém nessa vida. Mas, é isso aí, precisamos entender que existe uma classe filha da puta que não vai tá nem aí pra o que você sente ou merece. Essa mesma classe, que mente, que engana, que precisa pisar no outro pra se sentir melhor. 

Foi importante aprender a não me tornar a pessoa que "me" machucou, querer ser melhor, dar um sorriso fácil, respirar fundo e não jogar feio com ninguém. Foi importante adquirir tolerância, aprender que quem gosta de você (meu amigo) vai te respeitar, vai te aceitar, não vai te agredir ,nem te abandonar.

Eliminei uns arquivos de 1995 guardados á sete chaves dentro de mim, com decepções e mágoas que eu tinha das pessoas. Eles até eram adesivados com nome, sobrenome, e cores respectivamente marcantes com o grau da decepção. Meu querido(a), quer saber ? Vão enlouquecer outro ! Eu que não vou mais morrer porque se esquecem da minha mão um dia estendida. Quem gosta mesmo de mim vai priorizar com gratidão o que fui, vai valorizar o que tenho de melhor, e vai me ajudar com a minha limitação. Vocês entendem isso de limitação não é ? Todos nós temos. E se seu pecado colega, é diferente do meu,não me julgue por isso. Não esqueça que você também é pecador.

Muita coisa já aconteceu até que eu viesse perceber que eu teria que me afastar de algumas coisas, pessoas, sentimentos, e eliminar algumas incertezas que temos em relação ao que nos rodeia. Morri e ressuscitei. Várias vezes. Penei pra entender que nessa vida entra e sai "gente" toda hora. E quando uso "gente" estou querendo refletir com nitidez a imagem do que temos apenas sido para os outros muitas vezes. 
Eu canso desse mundo ás vezes. Fico triste até quando vejo a falta de reciprocidade dos outros. 


Mas, cara.Todo mundo um dia vai fazer uma merda federal e ferrar com tudo aquilo que você sonhou. A vida também é meio amarga e azeda, meio de verdade. Você só vai ter que administrar melhor aquela coisa lá dos que "sim", dos que "não" e dos que "nunca". E não julgo você que não quer ser entregue sozinha, afinal, não é todo mundo que consegue levar só patada e ser boazinha o tempo todo. 

Finalmente perdi alguns medos, conheci lugares meus que estavam trancados no escuro, libertei algumas crenças, abri a minha janela interior para alguns traumas voarem. Já estava mais do que na hora deles partirem. Eu não aguentava mais sofrer sozinha.Já estava mais do que na hora de eu encontrar o meu forte que tanto precisei para atravessar algumas etapas. 

Encontrei em mim a virtude mais bonita. Ah Deus, obrigada, EU SOU GRATA, isso não é lindo ? Eu tenho a virtude da GRATIDÃO ! Eu não esqueço o que fazem por mim, sempre procuro um jeito de agradecer e recompensar. De quebra consigo ser recíproca. Mas que maravilha que sou! 


Isso já não é um bom motivo para continuar ? Eu, particularmente acho. 

Uma vez lendo um livro de flip flipper, ele conta uma história de um avô e um neto, eles conversam sobre uma briga entre dois lobos. Um dos lobos representa a raiva, o ressentimento,a falta de reciprocidade, a superioridade, o egoísmo e o desejo de vencer o outro a qualquer custo. O outro, representa a gratidão, a compaixão, a empatia, a generosidade. O neto curioso perguntou ao avô qual dos lobos iriam ganhar, acho que supondo ele até que o lobo com características mais marcantes iria ser a resposta da batalha. O avô em sua sabedoria , pensou, respirou fundo e respondeu: Aquele que você alimentar. 

Leve isso pra sua vida ! 

22 fevereiro 2016

Método BLW - comida picada ao invés de papinha

A expressão em inglês pode parecer complicada, mas é até provável que você já tenha praticado algo parecido com seu filho ou conheça alguém que o faça, por puro instinto. O método BLW teve o nome criado pela agente de saúde britânica Gill Rapley, autora do livro Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food (Desmame Guiado pelo Bebê: Ajudando seu Filho a Amar Boa Comida) e tem ganhado cada vez mais adeptos pelo mundo. 





Consiste em oferecer a comida em pedaços e permite que o bebê se sirva sozinho.
A ideia principal é deixar que eles se sentem à mesa e participem das refeições familiares já a partir dos 6 meses de vida. Legal né ? Os pais colocam os alimentos cortados ao alcance e eles escolhem quando e como levar os pedaços até a boca. “O método BLW não é novo – muitos pais, do mundo inteiro têm praticado há anos. O que acontece é que agora a prática tem nome”.

A recomendação oficial da Organização Mundial de Saúde é que os pais comecem a oferecer alimentos para complementar a nutrição com leite materno ou fórmula assim que os filhos completarem 6 meses. Os pediatras orientam que essa introdução seja feita com as tradicionais papinhas. Deve-se começar de forma pastosa (papas ou purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família. Eu introduzi as papinhas primeiramente, por recomendação da pediatra, e eu como mãe de primeira viagem, assim fiz. Mas concordo que a amamentação é absolutamente dominada pelo bebê, desde os seus primeiros minutos de vida (e isso já vemos). Então, nada mais fisiológico e racional do que seguirmos o mesmo princípio quando, após o sexto mês, iniciamos a oferta de alimentos sólidos. Eles também respondem bem. Não completou nem um mês de alimentação complementar com o Pedro e ele já estava nos sólidos. 

Eu praticava o BLW antes mesmo de saber a nomenclatura. Colocava o Pedro sentado, com os que estavam na mesa, na hora das refeições, e disponibilizava os alimentos apropriados para ele. O pai dele cortava as vezes os alimentos no formato que ele conseguia pegar e levar até a boca sozinho. Cenouras cozidas e cortadas em forma de palitos ( que descobri através do BLW que ele não gosta, por exemplo) ou ramos de brócolis, ( o Pedro até hoje ama brócolis) também cozidos, são boas alternativas. O caráter saudável é uma característica que merece destaque no método.
No início, é esperado que seu filho brinque mais com os alimentos do que coma. Se acontecer, tudo bem! Não se preocupe nem insista. Jamais o obrigue a comer, com promessas ou distrações, muito menos com gritos, castigos ou ameaças. “Dizer a uma criança que ela se alimentou pouco e precisa comer mais é tão absurdo quanto falar que respirou pouco e precisa respirar mais”. Aprendi isso com muita luta e foi lendo um livro. Porque a gente quer que eles comam TUDO. Quem não quer né? Mas é preciso respeitar isso. 

Uma das grandes vantagens do BLW é que ele oferece aos bebês a oportunidade de conhecer diferentes texturas e sabores. A cada refeição, eles vivem experiências novas e desenvolvem a capacidade de diferenciar o que gostam do que não gostam de comer, o que é impossível quando se trata das papinhas, já que os ingredientes estão misturados, dificultando a identificação dos sabores.

Além disso, o método estimula a autonomia desde cedo, já que permite escolher o que, quando e quanto se come. Tava vendo que um estudo publicado pelo British Medical Journal concluiu que bebês que se alimentam sozinhos têm menos risco de se tornarem obesos no futuro, em comparação com os que recebem as papinhas. A explicação que eles dão é que, eles desenvolveriam mais cedo a capacidade de regular o próprio apetite e de identificar o momento em que estão satisfeitos. Sem contar que ganham a chance de praticar a coordenação motora e as habilidades sociais, ao participar das refeições em família. Concordam ou não com a informação ? Eu estou de acordo !
Outro benefício é que a vida também costuma ficar mais fácil para os pais. 

Sobre engasgar, que acho que é uma das perguntas mais ouvidas por quem opta pelo BLW ,o chamado gag reflex, é um reflexo frequente quando as crianças ainda estão se habituando com os alimentos sólidos, a diferença é que, nesse caso, o bebê não fica com a passagem de ar obstruída. Ele apenas se atrapalha algumas vezes, os olhos enchem de lágrimas por alguns instantes, mas ele mesmo consegue manejar o alimento e desengasgar rapidamente.
Mas, para evitar situações de aperto, é importante que os pais não tentem ajudar a criança a comer, segurando o alimento em sua boca. Se ela não consegue fazer isso sozinha, provavelmente, não está pronta para lidar com aquele determinado item de forma segura. Então esteja atenta aos sinais do seu filho. Também é normal que a comida caia no chão, de início, porque a habilidade de levar o alimento ao fundo da boca para engolir se desenvolve depois da capacidade de morder e mastigar.

Os pais dispostos a aderir ao BLW terão uma parte da rotina aliviada, já que não precisarão preparar pratos separados para o bebê, nem dar a comida na boca, por outro lado, terão mais trabalho para limpar o cadeirão e o ambiente onde eles fizerem a refeição. É que a curiosidade dos pequenos pelo alimento não se limita apenas ao toque e à descoberta do sabor. Assim como eles fazem com os brinquedos e outros objetos, também vão atirar o prato e a comida para o chão, por exemplo.

Para facilitar, esqueça o prato pelo menos no começo, o prato desperta na criança tanto interesse quanto os alimentos em si – um dos primeiros impulsos do bebê é virá-lo para olhar o fundo. E lá se vai toda a comida. Limpe bem o cadeirão antes e depois das refeições e disponha o alimento direto na mesinha. E a segunda dica é forrar o chão, onde você colocará a cadeira, com um plástico. Assim, fica mais fácil recolher a sujeira. Mas não se preocupe. Seu filho adora imitar vocês e é um observador atento. Antes do que você imagina, ele vai aprender direitinho. 

21 fevereiro 2016

Sem batom





Percebi quando ela apertou sutilmente, o crucifixo que tinha em seu pescoço, quando quem sabe pedia a Deus ou a seus santos o que eu não poderia jamais lhe dar.

Seus dedos deslizavam lentamente pelo braço, enquanto sua respiração batia como a queda d´água sobre as rochas mais pesadas.

Escutei seu respirar. Eu senti o seu arder. Procurei seu calcanhar em que nunca iria me acorrentar.

"Lábios Labirintos, instintos sacanas, olhar que engana".

Ela parecia inverno e eu era outono.

Seu batom pouco se via, eu também não queria me melar. Um abajur, uma luz ajena, cortina carmim e a fumaça do meu cigarro sem fim. Enlouquecia quando a via perto de mim.

Sentada no café da cidade, pediu um chá, puxou seu livro, colocou seu óculos, olhou para mim, mas não me viu.

Poucos goles, goles longos.

"O que ela teria ? E se eu me levantasse daqui e fizesse ela ver o tanto dela que há em mim ?"

Tem sido assim. Na madrugada de um green, eu penso nela e ela se quer sabe de mim.

Por favor, quando voltar amanhã,olha pra mim.

19 fevereiro 2016

Mães,filhos e a volta á universidade

Reportagens mostram que estudantes que tiveram filhos durante a faculdade reivindicam que universidades públicas e particulares reconheçam uma necessidade básica: permitir a entrada de bebês nos prédios, inclusive nas salas de aula. E cobram dos gestores outras medidas para que os direitos à educação e à amamentação sejam exercidos plenamente.





Para muitas mulheres, a falta de alternativas levou ao abandono da graduação; em outros casos, a rotinas de constrangimentos e de preconceito. Pela lei, universitárias têm direito ao chamado regime domiciliar: a partir do oitavo mês de gestação, durante três meses, podem compensar a ausência nas aulas com trabalhos feitos em casa. O que determina o início e o fim desse regime é o atestado médico apresentado pela aluna.

Na visão de especialistas, documentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Constituição resguardam os direitos de mães e filhos, se sobrepondo a regras ocasionais criadas pelas instituições de ensino.

Vou contar a vocês de forma resumida como aconteceu comigo. Esse regime domiciliar não atende ás necessidades das mães. Quantas vezes não consegui fazer as provas no fim do semestre por falta do conteúdo ? Quantas vezes pedi para os professores substituírem as provas por trabalhos e a metade sequer me respondeu ? E pior : Alguns até disseram que eu não poderia ser tratada diferente por estar grávida.
Resultado ? Universidade trancada com sucesso !

Não entendo realmente essa lei.  Para doentes, faz sentido. Para gestante, não.

Já passei pelos dois lados da questão. A pouco tempo, quando o Pedro estava maior, recebi em meu RDM uma escala de professores excelentes que concordaram com a presença do Pedro durante as aulas. Foi a solução que encontrei para retomar o meu curso. Eu matriculava todas as vezes (desde o primeiro trancamento na gravidez até o Pedro completar dois anos) na esperança de algum professor não olhar pra mim e dizer: Não existe possibilidade. Certo um dia um professor me falou : Você já pensou se todas trouxessem filhos? Como isto seria um caos ? - Sem hesitar eu falei : " sua mulher está com seu filho em casa ". Ele mesmo tinha em casa uma prova de que tudo aquilo era um absurdo. 

O Pedro hoje me acompanha com 3 anos. Eu já levei até colchonete pra universidade. É uma fase realmente diferente. Não precisei ficar assistindo as aulas em pé ou andando pela sala, porque ele já fica quietinho sentado. O que de fato ocorre é que “não há uma orientação geral sobre o assunto. As unidades de ensino e pesquisa da universidade têm autonomia para adotar as medidas que considerar adequadas”.

Já me disseram : "Mas aqui não é berçário". Excelente comentário. Jamais se pensa em alegar normas internas para implantação de um local para "não -alunos" ( como nomeiam) nas instituições. Porque não ? 
Foram inúmeras as vezes que tive conflitos, mas não esqueço de um professor de forma ríspida que me disse : “Faça o seguinte, você tranca e depois volta de novo , eu não posso fazer muita coisa pelas suas escolhas. Só são consequências. E por sinal, as suas.” 
Oi ? Consequências ? Ele havia sido grosseiro. Vocês não imaginam o tom.
Então, em algum momento aquele professor me dizia que meu filho ou o fato de eu ter engravidado iria mudar totalmente o contexto das minhas escolhas de estudar ? Me lembro bem que eu estava com o Pedro no braço, um sol sem tamanho, peguei a mochila dele e todas as coisas e subi em prantos para coordenação. Eu o respondi é claro, antes mesmo de chorar : “Se não fosse necessário, não traria meu filho para a universidade ”.
Eu passei tanta coisa esses três anos que vocês nem imaginam, nem tanto quando estava grávida, mas depois que o Pedro nasceu senti na pele a realidade das instituições terem a liberdade de fazerem o que quiserem por falta de implementação de lei. 

O fato é : Desisti do curso, a um semestre de concluí-lo. Se eu pudesse ter entrado com o Pedro desde sempre eu já havia terminado o curso á tempos. 

Em nota, a universidade diz que “o corpo discente é orientado a evitar o acesso com dependentes às salas de aula, por considerar que a presença das crianças poderá comprometer o andamento normal da aula, prejudicando os demais alunos e docentes”

Já procurei saber com advogados: “Regime domiciliar é regime domiciliar. Não tem essa de precisar ir para a faculdade”. Os trabalhos podem ser entregues por e-mail e as provas devem ser feitas presencialmente. Para as gestantes, existe a possibilidade de reagendar as avaliações para, no mínimo, 45 dias depois da data original, de acordo com comunicado da universidade.

Muitas não conseguem retomar os estudos pois não tem com quem deixar, e ainda por cima existe a questão da amamentação, muitas mães acabam dando leite artificial para os seus filhos mesmo, infelizmente.
Para Maira Pinheiro, não permitir a entrada dos bebês nas universidades é discriminação de gênero. “Se exclui o bebê, exclui a mãe que está com ele. Estou trabalhando para a sociedade ao criar uma pessoa. Valorizar as mães é garantir direitos”, afirma. “O acesso à educação deveria ser central. Não dizem que educação combate a desigualdade? Mas estão praticando a desigualdade.”

A advogada Ana Lucia Keunecke esclarece que os três meses de regime domiciliar devem ser cumpridos, com direito a fazer todos os exames finais. E, depois do retorno às aulas, a mãe pode, sim, levar o bebê para a universidade.

Keunecke cita o Estatuto da Criança e do Adolescente, nos artigos que garantem o aleitamento materno até os 2 anos e proíbem que a criança seja objeto de negligência dos pais. Também menciona a Constituição. “Ela dá ampla proteção à maternidade”, explica.

A especialista afirma que o Brasil assinou tratados internacionais como a Declaração de Pequim, a Convenção do Belém do Pará e a Cedaw (Convenção sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher). Os três abordam a proteção à maternidade, os direitos das mulheres em relação à sua fertilidade e à educação. “Os tratados têm força de lei, devem ser respeitados”, explica a advogada.

Para garantir os direitos, a mulher pode procurar a Secretaria de Educação, a Secretaria de Proteção à Mulher, o Ministério Público na área de direitos humanos, ou acionar um advogado ou defensor público. Também pode denunciar para os telefones CLIQUE AQUI

Ao ser procurado pela reportagem, o Ministério da Educação relembrou as leis que garantem o regime domiciliar e afirmou que a instituição de ensino pode oferecer as condições mais favoráveis e adequadas às gestantes.

Em novembro de 2010, uma reivindicação da Secretaria de Políticas para as Mulheres foi atendida. A partir de então, aquelas que engravidarem durante o mestrado ou o doutorado passam a ter direito à licença-maternidade com pagamento da bolsa, durante quatro meses. A exigência é que o parto ocorra no período de vigência do programa de estudos.


Se as instituições adotarem espaço para as crianças, seria um incentivo para a educação. E o aleitamento materno é fundamental, todas as faculdades devem permitir. Se a mãe tivesse alguém responsável pelo filho dela ali, só por quatro horas, já ajudaria muito. O número de mulheres no âmbito acadêmico aumentaria. Só acho. 

Dicas para conservar sua garrafa térmica.


A garrafa térmica é o tipo de produto fundamental para manter a funcionalidade na cozinha e também durante deslocamentos.
Toda mãe precisa de uma.Ela ajuda a conservar a temperatura de bebidas quentes e geladas, contribuindo para a preservação do sabor dos alimentos. Em casa, a garrafa térmica é sinônimo de praticidade, já que mantém o café fresco e pronto para consumo ao longo do dia. Em piqueniques, viagens e para escola dos pequenos é o produto ideal para transportar bebidas como sucos, chocolates e sopas.
Você sabe como conservar a sua garrafa térmica? Esse é o post de hoje ! 


Querem saber como conservo a minha ? Vamos assistir ! 

11 fevereiro 2016

Reciclando material escolar para o ano seguinte

Oi geeeeeeeente, boa noite amores.



O vídeo de hoje eu quase não conseguia liberar, mas consegui! Resolvi postar um vídeo relacionando o assunto MATERIAL ESCOLAR só agora, porque vim conversar e mostrar a vocês hoje como podemos RECICLAR os materiais dos nossos filhos para o ano que vem. Foi proposital a postagem do vídeo só depois pra que vocês possam analisar melhor o que vão poder "conservar "e" reciclar" ano que vem para "economizar" (a palavra da vez) em seu orçamento.
Espero que gostem das dicas que fiz aqui em casa e quem tiver mais dica me manda que quero aprender também kkkk. 

 Vamos conferir? Se inscreve no canal e compartilhem , desde já obrigada , beijo grande

08 fevereiro 2016

Como economizar no supermercado ( Fazendo compras)

Hoje tem vídeeeeeeo, êêê.



Com algumas dicas simples, você consegue economizar até 30% na conta, evitar o desperdício de comida e ainda garantir a dispensa sempre cheia sabiam? Vamos conferir algumas coisas que faço para economizar quando vou ao supermercado? Vim dar dicas a vocês, pra quem tá precisando economizar um dinheirinho. Como falei, essa questão independente do seu nível social, se você é rico ou pobre, fazer escolhas inteligentes e ECONOMIZAR nunca é demais né?

Espero que gostem. Compartilhem e se inscrevam no canal!

04 fevereiro 2016

Fatos sobre o Pedro

OOOOI GENTE, boa noite!


Acabei de liberar um vídeo beeeem curtinho, é mais pro Pedro se soltar e se acostumar mais com a câmera mesmo, sobre algumas curiosidades sobre o Pedro, alguns fatos! Toda criança é diferente e os fatos que vocês mais perguntam sobre o Pedro estará registrado bem aqui. 
Vamos assistir? Inquieto ele tá kkk

01 fevereiro 2016

Nascemos para sermos boas mães - MEG MEEKER



Todas nós que somos mães vivemos culpas diárias. Seja na hora de ir trabalhar e escolher com quem deixar seu filho até viajar com o marido e não conseguir aproveitar. Uma mãe sempre sente culpa por alguma coisa.

Eu terminei de ler um livro esses dias onde tive a oportunidade de concordar com muitas coisas, não só que aconteceram comigo, mas que aconteceram com outras mamães também diante tudo que escuto nesse mundo de blogueiras e leitoras.

O livro é excelente ,indico para todas vocês. Eu encontrei o livro já traduzido , mas o original se chama : The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity - "Os dez hábitos das mães felizes : Recuperando nossa paixão, propósito e sanidade em tradução livre - de Meg Meeker. Mãe de quatro filhos já adultos, pediatra. Ela descreve o que acredita serem os pilares da felicidade materna. Me encanto quando ela conta que em sua profissão ela nos viu da forma que nossos filhos nos vêem. Ah gente, vale muito a pena ler e em algum momento durante o virar das páginas você acaba se encontrando em alguma delas. Inspire-se!



Ela fala que cada uma de nós fomos criadas para cumprir um chamado. Antes de qualquer coisa , nascemos para sermos boas mães. Não nascemos para ser magras, ricas, inteligentes, que dirigem muito, que compram roupas maravilhosas para nossos filhos ou que os colocam em bons colégios. Nascemos para deixar uma marca no nosso mundo. 


Ela diz : " Quando você entra em uma sala, seu filho muda imediatamente. Ele relaxa porque você está ali e a vida parece segura outra vez... Se você estar irritada, ele quer fazer as pazes porque você é o centro do seu pequeno mundo ! Ele precisa que goste dele outra vez. Você. Ninguém mais. 

( Isso é a cara do meu filho ) 




Vou deixar para vocês os dez hábitos de que ela fala de forma resumida, já deixando claro que será legal mesmo que vocês adquiram o livro, pra que leiam com mais calma e de forma mais crítica todas as opiniões que existem nele. 


1 – Entender seu valor como mãe – Quantas vezes você já não colocou à prova o seu valor? Se é boa, ruim, fabulosa, se fica pouco com as crianças ou se é desvalorizada porque fica em casa… “Você não é um fracasso. Mas se sente assim. E estou confiante no que digo porque, como pediatra, meu trabalho é ver você e manter seus filhos saudáveis. E quando eu observo, eu vejo crianças que amam a sua mãe. Eu vejo como os seus filhos olham para você, seguram sua mão. E eu vejo você semelhante à forma como eles a veem – como uma mulher importante, amada e estimada”, diz Meg.
2 – Conservar suas amizades-chave – Quantas vezes você conseguiu bater um papinho com sua melhor amiga depois que seu filho nasceu? “A verdade é que, quando alguma coisa precisa ser cortada das nossas demandas diárias, amigos são os primeiros que vão. Algumas vezes, parece que a amizade é dispensável, desnecessária. (…) Amigos são uma necessidade.” No fundo, você sabe bem que tê-los ao seu lado é parte da sua felicidade. Mantenha-os por perto!
3 – Valorizar e praticar a fé – “Nós temos de colocar nossa fé em alguém porque somos incapazes de controlar a vida. Não podemos proteger as pessoas que amamos por simples vontade. Nos sentimos impotentes, porque somos.” Para a autora, cuidar da nossa vida espiritual (que sempre fica perdida em meio às tarefas do dia a dia) nos torna mais saudáveis. E ela deve ser praticada também por meio do olhar ao próximo.
4 – Dizer não à competição – “Cada uma de nós, mães, competimos com outras mães de alguma forma. (…) E muitas de nós nunca vão admitir que fazem isso. Competir com outras mães nos trazem três coisas: acende o ciúme, nos mantém em um estado constante de inquietação com nós mesmas e transforma nossos relacionamentos.” Lembre-se: você é a melhor mãe que seu filho pode ter. Mesmo!
5- Criar uma relação saudável com o dinheiro – Você bem sabe que dinheiro não é sinônimo de felicidade. Apesar disso, é difícil fugir do impulso de querer comprar o que pode para o seu filho? “A parte complicada de ser mãe é que dar é bom e natural, mas nós esquecemos de dar o que realmente importa para os nossos filhos (o nosso tempo, atenção e afeto), e gastamos energia pagando coisas para eles. (…) Se acreditarmos que o dinheiro é parte da vida, mas não a força motriz que nos torna felizes ou infelizes, se nós tomarmos medidas ousadas, veremos que o contentamento verdadeiro nunca tem um preço.”
6 – Arrumar tempo para a solidão – Um momento só seu. Você precisa disso, não é egoísmo. Então, se dê um tempo e… nada de culpa! “A verdade é: nós precisamos de solidão. Da mesma maneira que não podemos sobreviver sem amigos, comunidade e família, também precisamos de um tempo saudável de equilíbrio para nos recarregarmos fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.
7 – Dar e receber amor de forma saudável – Como ficou o seu relacionamento com o seu companheiro após o nascimento do seu filho? E a sua tolerância com ele no dia a dia? “Se estamos constantemente criticando nosso companheiro ou nossos filhos, criamos barreiras para nós mesmas. Reclamações não levam a nenhum lugar bom. Ao contrário, joga a relação para baixo. (…) As mães podem ser muito mais felizes se aprenderem a ignorar falhas de caráter, atitudes mal-humoradas, birras e focar na bondade de quem amam. Isso não significa que somos cegas. Mas que estamos dispostas a ver as falhas e fragilidades dos nossos entes queridos, mas apreciá-los e amá-los de qualquer maneira.”
8 – Encontrar formas simples de viver – E aqui se fala, em especial, na simplicidade interior! Entender que você não precisa dar conta de tudo, nem se pressionar a acertar sempre. “Viver simples significa viver mais. Isso não quer dizer abrir mão de coisas em nossas vidas que queremos e nos tornarmos mulheres com foco singular. Significa estabelecer prioridades”, diz Meg. É dar o valor real a que cada coisa merece.
9 – Deixar o medo de lado – É difícil, claro! Afinal, não queremos que nada de mal aconteça com nossos filhos. “Nós estamos nos preocupando mais do que no passado, e o mais importante, essa preocupação está nos esmagando. (…) Muitas neuroses são genuínas e baseadas em fatos, mas alguns de nossos medos não são bem fundados. Eu vejo muitas mães preocupadas com o sucesso de seus filhos quando eles já são bem-sucedidos. Elas se preocupam se eles estão magros, quando já estão. (…) A vida é muito curta. Temos muita vida para viver, apesar de todas as coisas ruins ao redor. Há muito mais coisas boas do que más e muito menos para se preocupar do que pensamos.”
10 – Esperança é uma decisão. Decida! “A vida não pode ser sustentada sem esperança. A esperança demanda que acreditemos em duas coisas: no futuro – mesmo que ele seja breve – e na possibilidade de bons acontecimentos. Quando temos esperança, temos a convicção de que nossa vida vai ficar melhor do que é hoje. Melhoria, alegria, cura ou algo maior vão acontecer em breve”, diz Meg. E, quando temos filhos, é essa confiança em mundo melhor que devemos ter, não é mesmo?


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