01 fevereiro 2016

Nascemos para sermos boas mães - MEG MEEKER



Todas nós que somos mães vivemos culpas diárias. Seja na hora de ir trabalhar e escolher com quem deixar seu filho até viajar com o marido e não conseguir aproveitar. Uma mãe sempre sente culpa por alguma coisa.

Eu terminei de ler um livro esses dias onde tive a oportunidade de concordar com muitas coisas, não só que aconteceram comigo, mas que aconteceram com outras mamães também diante tudo que escuto nesse mundo de blogueiras e leitoras.

O livro é excelente ,indico para todas vocês. Eu encontrei o livro já traduzido , mas o original se chama : The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity - "Os dez hábitos das mães felizes : Recuperando nossa paixão, propósito e sanidade em tradução livre - de Meg Meeker. Mãe de quatro filhos já adultos, pediatra. Ela descreve o que acredita serem os pilares da felicidade materna. Me encanto quando ela conta que em sua profissão ela nos viu da forma que nossos filhos nos vêem. Ah gente, vale muito a pena ler e em algum momento durante o virar das páginas você acaba se encontrando em alguma delas. Inspire-se!



Ela fala que cada uma de nós fomos criadas para cumprir um chamado. Antes de qualquer coisa , nascemos para sermos boas mães. Não nascemos para ser magras, ricas, inteligentes, que dirigem muito, que compram roupas maravilhosas para nossos filhos ou que os colocam em bons colégios. Nascemos para deixar uma marca no nosso mundo. 


Ela diz : " Quando você entra em uma sala, seu filho muda imediatamente. Ele relaxa porque você está ali e a vida parece segura outra vez... Se você estar irritada, ele quer fazer as pazes porque você é o centro do seu pequeno mundo ! Ele precisa que goste dele outra vez. Você. Ninguém mais. 

( Isso é a cara do meu filho ) 




Vou deixar para vocês os dez hábitos de que ela fala de forma resumida, já deixando claro que será legal mesmo que vocês adquiram o livro, pra que leiam com mais calma e de forma mais crítica todas as opiniões que existem nele. 


1 – Entender seu valor como mãe – Quantas vezes você já não colocou à prova o seu valor? Se é boa, ruim, fabulosa, se fica pouco com as crianças ou se é desvalorizada porque fica em casa… “Você não é um fracasso. Mas se sente assim. E estou confiante no que digo porque, como pediatra, meu trabalho é ver você e manter seus filhos saudáveis. E quando eu observo, eu vejo crianças que amam a sua mãe. Eu vejo como os seus filhos olham para você, seguram sua mão. E eu vejo você semelhante à forma como eles a veem – como uma mulher importante, amada e estimada”, diz Meg.
2 – Conservar suas amizades-chave – Quantas vezes você conseguiu bater um papinho com sua melhor amiga depois que seu filho nasceu? “A verdade é que, quando alguma coisa precisa ser cortada das nossas demandas diárias, amigos são os primeiros que vão. Algumas vezes, parece que a amizade é dispensável, desnecessária. (…) Amigos são uma necessidade.” No fundo, você sabe bem que tê-los ao seu lado é parte da sua felicidade. Mantenha-os por perto!
3 – Valorizar e praticar a fé – “Nós temos de colocar nossa fé em alguém porque somos incapazes de controlar a vida. Não podemos proteger as pessoas que amamos por simples vontade. Nos sentimos impotentes, porque somos.” Para a autora, cuidar da nossa vida espiritual (que sempre fica perdida em meio às tarefas do dia a dia) nos torna mais saudáveis. E ela deve ser praticada também por meio do olhar ao próximo.
4 – Dizer não à competição – “Cada uma de nós, mães, competimos com outras mães de alguma forma. (…) E muitas de nós nunca vão admitir que fazem isso. Competir com outras mães nos trazem três coisas: acende o ciúme, nos mantém em um estado constante de inquietação com nós mesmas e transforma nossos relacionamentos.” Lembre-se: você é a melhor mãe que seu filho pode ter. Mesmo!
5- Criar uma relação saudável com o dinheiro – Você bem sabe que dinheiro não é sinônimo de felicidade. Apesar disso, é difícil fugir do impulso de querer comprar o que pode para o seu filho? “A parte complicada de ser mãe é que dar é bom e natural, mas nós esquecemos de dar o que realmente importa para os nossos filhos (o nosso tempo, atenção e afeto), e gastamos energia pagando coisas para eles. (…) Se acreditarmos que o dinheiro é parte da vida, mas não a força motriz que nos torna felizes ou infelizes, se nós tomarmos medidas ousadas, veremos que o contentamento verdadeiro nunca tem um preço.”
6 – Arrumar tempo para a solidão – Um momento só seu. Você precisa disso, não é egoísmo. Então, se dê um tempo e… nada de culpa! “A verdade é: nós precisamos de solidão. Da mesma maneira que não podemos sobreviver sem amigos, comunidade e família, também precisamos de um tempo saudável de equilíbrio para nos recarregarmos fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.
7 – Dar e receber amor de forma saudável – Como ficou o seu relacionamento com o seu companheiro após o nascimento do seu filho? E a sua tolerância com ele no dia a dia? “Se estamos constantemente criticando nosso companheiro ou nossos filhos, criamos barreiras para nós mesmas. Reclamações não levam a nenhum lugar bom. Ao contrário, joga a relação para baixo. (…) As mães podem ser muito mais felizes se aprenderem a ignorar falhas de caráter, atitudes mal-humoradas, birras e focar na bondade de quem amam. Isso não significa que somos cegas. Mas que estamos dispostas a ver as falhas e fragilidades dos nossos entes queridos, mas apreciá-los e amá-los de qualquer maneira.”
8 – Encontrar formas simples de viver – E aqui se fala, em especial, na simplicidade interior! Entender que você não precisa dar conta de tudo, nem se pressionar a acertar sempre. “Viver simples significa viver mais. Isso não quer dizer abrir mão de coisas em nossas vidas que queremos e nos tornarmos mulheres com foco singular. Significa estabelecer prioridades”, diz Meg. É dar o valor real a que cada coisa merece.
9 – Deixar o medo de lado – É difícil, claro! Afinal, não queremos que nada de mal aconteça com nossos filhos. “Nós estamos nos preocupando mais do que no passado, e o mais importante, essa preocupação está nos esmagando. (…) Muitas neuroses são genuínas e baseadas em fatos, mas alguns de nossos medos não são bem fundados. Eu vejo muitas mães preocupadas com o sucesso de seus filhos quando eles já são bem-sucedidos. Elas se preocupam se eles estão magros, quando já estão. (…) A vida é muito curta. Temos muita vida para viver, apesar de todas as coisas ruins ao redor. Há muito mais coisas boas do que más e muito menos para se preocupar do que pensamos.”
10 – Esperança é uma decisão. Decida! “A vida não pode ser sustentada sem esperança. A esperança demanda que acreditemos em duas coisas: no futuro – mesmo que ele seja breve – e na possibilidade de bons acontecimentos. Quando temos esperança, temos a convicção de que nossa vida vai ficar melhor do que é hoje. Melhoria, alegria, cura ou algo maior vão acontecer em breve”, diz Meg. E, quando temos filhos, é essa confiança em mundo melhor que devemos ter, não é mesmo?


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